
No dia 28 de abril de 2015, em nossas intervenções, tivemos a presença de Omar Arafat Kdudsi Khalil que veio se apresentar como novo professor do Instituto e Coordenador do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas, para o qual foi convidado, pretende nos dar voz e esclarecer quaisquer dúvidas.
O gaúcho, natural de São Gabriel, tem descendência árabe e descobriu o caminho que queria seguir no segundo ano do ensino médio, mesmo seus pais querendo que fizesse medicina, ele optou por cursar farmácia. Omar fez especialização em alimentos, Mestrado em ciência farmacêutica e Doutorado em química relacionado à biotecnologia, é professor há 15 anos no método tradicional, de 2001 até 2008 trabalhou no centro de São Paulo, em 2008 participou de vários cursos, comissões e prestou concurso no IFPR (Instituto Federal do Paraná).
Para ele esse novo método é novidade, pois não havia trabalhado com a pedagogia do curso anteriormente, mas acredita que esta metodologia irá se destacar, que não tem como ela dar errado, ele simplesmente tem fé nesta inovação, também crê que com as diversas experiências dos professores presentes em sala de aula ira complementar esse novo método e acredita que com um bom planejamento e reuniões o curso ficará cada vez melhor.
A
intervenção era apenas uma reunião com o coordenador do curso,
porém tomou outro rumo. Tornou-se um ata, para os alunos terem
um momento de expôr suas dúvidas, perguntas e angustias e ouvir a
opinião do Omar para todas.
Quando
os alunos perguntaram para o coordenador como poderiam fazer bacharel
se quisessem, ele não soube responder, porem iria atrás das
respostas, outra questão abordada foi se no final do curso ficassem poucas pessoas, como o curso seria reconhecido. Omar disse que não
haveria problema algum, e tempo depois os alunos começaram a expor
seus pensamentos e angustias como a falta de um feedback para os
alunos sempre no final da aula, pois estávamos confusos.
Um outro aluno diz que está tendo violência simbólica, pois os alunos trazem as ideias, mas os professores dão outro rumo na intervenção, outro aluno diz que está com dificuldades, visto que veio na primeira semana de integração e ficou encantado com a demonstração da metodologia, mas depois ficou perdido e apavorado, não sabendo qual era a sua dúvida ou pergunta para trazer para os professores e sente falta de ouvi-los.
Um outro aluno diz que está tendo violência simbólica, pois os alunos trazem as ideias, mas os professores dão outro rumo na intervenção, outro aluno diz que está com dificuldades, visto que veio na primeira semana de integração e ficou encantado com a demonstração da metodologia, mas depois ficou perdido e apavorado, não sabendo qual era a sua dúvida ou pergunta para trazer para os professores e sente falta de ouvi-los.
No
encerramento da visita, Omar vem com propostas de melhoramento e
aceitando ideias dos alunos, o coordenador nos revigora com a
seguinte frase “Não importa o lugar onde você vai chegar e sim o
caminho que você irá percorrer.”

0 comentários:
Postar um comentário